Em pleno século XXI nos deparamos com uma questão muito instigante: os livros como temos hoje (esses de papel, com um cheiro maravilhoso assim que abertos) irão desaparecer e, em seu lugar os livros digitais dominarão? Essa pergunta é bem difícil de ser respondida. Há quem prefira a comodidade de comprar um livro através de um plicativo na internet e dentro de segundos estar lendo, mas a outros (assim como eu) que preferem o modo convencional: ir até uma livraria, folhear, sentir o cheiro das páginas, tocar, apreciar a arte da capa ou até mesmo (com a ajuda da tão aclamada internet) fazer a comprar do livro de papel virtualmente.
Mas, na sua opinião, quem vence essa batalha os livros eletrônicos ou os tão amados livros convencionais (os de papel), ou, os dois aprenderão a conviver juntos lado à lado?


Leo, acredito que haverá uma uniformidade na preferência, pois o eletrônico tem a sua utilidade, e o convencional, bem, a palavra já diz, é o que satisfaz o leitor de muitas épocas atrás e apresenta recursos que não podem ser reproduzidos digitalmente.
ResponderExcluirUm e-book pode ser facilmente veiculado, economiza espaço e dinheiro, além de caber em dispositivos pequenos que facilitam a leitura, por exemplo, nos meios de transporte. Mas os livros de papel são reais e palpáveis, a impressão que se tem ao ler um livro que ocupa um espaço na estante é a de que ele existe e isso chama a sua atenção, enquanto E-books ficam desmerecidos em uma fila de títulos e podem até passar uma impressão de serem dispensáveis.
Enfim, eu acredito que haverá um equilíbrio: aumentará a utilização de leitores eletrônicos e, ainda assim, os bons livros de celulose continuarão em circulação.
Eu pessoalmente prefiro ainda os livros de papel, pelos motivos que você citou: o cheiro, ir na livraria e folhear, pegar. Mas também nunca experimentei um e-reader, então, a gente não pode dizer que não gosta de jiló se nunca provou, rs.
ResponderExcluirE como os livros eletrônicos ainda não foram tãão difundidos (por falta de popularização da tecnologia, talvez), eu não me arrisco a dizer por enquanto de quem será essa batalha...
beijão!